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Mato Grosso registra mais de 1.400 focos de queimadas

O período proibitivo de queimadas em Mato Grosso começou no dia 1° de julho e, em apenas 26 dias, já foram registrados 1.418 focos de queimadas no estado. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), atualizados nesta terça-feira, 26 de julho.

Desse número, 849 focos estão localizados no bioma da Amazônia, representando 59,9% do total. Em seguida, o Cerrado aparece com 554 focos (39%) e o Pantanal, com 15 focos (1,1%).

Quando analisamos os municípios, Colniza aparece em 1° lugar, com 120 focos de incêndio em 26 dias de período proibitivo. Em seguida estão Querência, com 89; Campinápolis, com 78; Paranatinga, com 66; e Juara, com 59.

Os dados do Inpe apontam aponta a presença de quase 200 focos de incêndio em terras indígenas. O local mais afetado é o Parque do Xingu, com 77 focos registrados. Em seguida estão a Terra Indígena Parabubure, com 76 focos; e Sangradouro/Volta Grande, com 43.

O período proibitivo está previsto em decreto publicado pelo Governo de Mato Grosso. Entre 1º de julho e 30 de outubro, fica autorizado o uso do fogo somente para as práticas de prevenção e combate a incêndios realizadas pelas instituições públicas responsáveis pela prevenção.

Na última semana, um incêndio de grandes proporções atingiu a região de mata às margens da Estrada do Manso. Neste domingo, 24 de julho, o fogo chegou próximo ao Ácqua Park Pantanal. O local, frequentado tanto pela população local quanto por turistas de outros estados, ficou tomado pela fumaça. Os bombeiros levaram três dias para controlar as chamas e precisaram de apoio de aeronaves especializadas no combate a incêndios florestais.

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