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Criança de 4 anos é agredida e queimada com cigarro em casa

Mãe, tio e a avó de uma criança de anos foram levados para a delegacia, em Várzea Grande, na noite de quinta-feira (5), acusados de maus-tratos contra uma criança de 4 anos. O menino tinha marcas roxas pelo corpo, ferimento na boca, e sinais de queimadura por cigarro.

De acordo com as informações da Guarda Municipal, o Conselho Tutelar foi acionado para atender uma denúncia envolvendo violência contra uma criança. Quando a equipe chegou, percebeu que no endereço indicado, no bairro Jardim de Alá, funcionava um bar.

No local, os agentes chamaram e foram atendidos pelo pai e avó da criança. Questionados, eles negaram as acusações de agressão e informaram que a família mora na casa ao lado.

O documento conta que os policiais precisaram insistir para que as crianças fossem apresentadas. Na casa havia uma menina de 9 anos e um menino de 4, que fará 5 anos no domingo (8). Quando viram o menino, ele apresentava lesões pelo corpo.

Os suspeitos afirmaram que saíram cedo para o trabalho e não havia sinais no corpo do filho. A avó alegou que percebeu as manchas por volta das 9h e que iria informar à mãe quando ela chegasse em casa.

Enquanto era feita entrevista com os suspeitos no local, a avó tentou fugir se escondendo na casa de vizinhos, mas foi detida novamente e levada para a delegacia na viatura da guarda. Os demais seguiram para a unidade policial com veículo próprio.

Todos foram ouvidos pelo delegado e liberados em seguida. As crianças estavam com as conselheiras também foram liberados para voltarem para casa com os responsáveis.

A assessoria da Polícia Civil foi procurada e questionada sobre o móvito de liberação dos menores com os supostos agressores, uma vez que havia evidências dos maus-tratos e encaminhou nota confimando o caso e alegou que não havia elementos comprobatórios contra ninguém.

“O caso foi encaminhado para apuração através de investigação ordinária realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande (DEDMCI-VG), uma vez que ainda não havia elementos comprobatórios para elaboração de procedimento em relação a ninguém”, diz trecho da nota.

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